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		<title>Saia de Calça! Coluna Cá Entre Nós</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Cá Entre Nós]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Lucas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Saia de calça!
Por: Vera Lucas
Duas mulheres foram perseguidas por homens, na Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, por causa dos trajes que usavam. Elas se esconderam em uma loja para não serem atacadas. Ambas vestiam calças compridas, despertando assim a ira da classe masculina.
Está achando essa história estranha? Hoje seria, há cerca de cem anos, segundo o historiador Milton Teixeira, ela aconteceu. Em 1911, as roupas das jovens foram consideradas um acinte à moral e aos bons costumes. E as duas, confundidas com prostitutas por revelarem, discretamente, o formato do quadril.
A nova tentativa das mulheres usarem calça comprida no Brasil só aconteceu na década de 20. Afinal, em Hollywood, a peça fazia o maior sucesso. Entretanto, aqui a experiência começou tímida e a tão criticada roupa não era, por assim dizer, como as calças compridas de hoje. Marcar o bumbum e as coxas? Nem pensar! A “Jupe ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/ca-entre-nos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1477" title="ca-entre-nos" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/ca-entre-nos1.jpg" alt="" width="572" height="82" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong>Saia de calça!</strong></p>
<p style="text-align: right;" align="center"><strong>Por: Vera Lucas</strong></p>
<p>Duas mulheres foram perseguidas por homens, na Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro, por causa dos trajes que usavam. Elas se esconderam em uma loja para não serem atacadas. Ambas vestiam calças compridas, despertando assim a ira da classe masculina.</p>
<p>Está achando essa história estranha? Hoje seria, há cerca de cem anos, segundo o historiador Milton Teixeira, ela aconteceu. Em 1911, as roupas das jovens foram consideradas um acinte à moral e aos bons costumes. E as duas, confundidas com prostitutas por revelarem, discretamente, o formato do quadril.</p>
<p>A nova tentativa das mulheres usarem calça comprida no Brasil só aconteceu na década de 20. Afinal, em Hollywood, a peça fazia o maior sucesso. Entretanto, aqui a experiência começou tímida e a tão criticada roupa não era, por assim dizer, como as calças compridas de hoje. Marcar o bumbum e as coxas? Nem pensar! A “Jupe Culotte” parecia um chuchu de cabeça para baixo: enorme no quadril, larga até os joelhos e um pouco mais apertada até os tornozelos. Horrorosa, de fato. Mas despertava a cobiça dos homens da época, vai entender&#8230; Talvez por isso, para não serem chamadas de desclassificadas ou coisa pior, pouquíssimas mulheres tinham coragem de usá-la.</p>
<p>Apenas em1962, amoda da calça comprida se firmou no Brasil. E para quem vestia, quase que escondida, um chuchu ao contrário, a atriz francesa Brigitte Bardot soube ousar com a Saint Tropez, modelo que revelava o umbigo feminino e era bem apertadinha. Preconceito abolido? Nem tanto.</p>
<p>Vamos para os anos de 1972-1973, no tradicional Instituto de Educação – colégio que até hoje forma professores no Rio de Janeiro – tendo servido inclusive de cenário da série “Anos Dourados” e da novela “Insensato Coração”, ambas de Gilberto Braga. O grêmio estudantil, do qual eu fazia parte, marcou uma reunião com a diretoria. Antes, vale um parêntese. O nosso uniforme não poderia ser mais clássico: camisa branca de manga comprida – fechada por abotoaduras – e colarinho com uma gravatinha borboleta azul – onde no meio havia um broche com o emblema do Instituto. Saia pregueada, azul marinho, um dedo, no máximo, acima do joelho. Nem um milímetro a mais. Por fim, um cinto largo com uma fivela quadrada. Há quase 90 anos o uniforme era igual, acredito que só a saia subira um pouco. Decididamente, não gostávamos da roupa que nos obrigavam a usar. No calor, ela esquentava muito. Devido ao comprimento da saia, a maioria das alunas era chamada de “Maria Mijona” pelos estudantes de outros colégios. Apesar desses dissabores, tínhamos orgulho de estudar no Instituto e, por consequência, do seu uniforme. O problema é que ele era imposto e adolescente não gosta de regras. Fechando o parêntese, voltemos a tal reunião. A nossa reivindicação era uma e apenas uma: queríamos usar calça comprida. A atitude da direção também foi única: encerrou a reunião e nos botou para fora da sala.</p>
<p>A partir daí, colocamos cartazes nos murais, fizemos manifestações em frente ao colégio e passamos a não usar o uniforme como mandava o manual de instruções do bom aluno. Por exemplo, íamos sem a gravata, ou sem o cinto, ou com um sapato desaprovado pelo estatuto. Claro que os inspetores arrancavam os cartazes, dispersavam as manifestações e não nos deixavam entrar se não estivéssemos devidamente arrumadas. Mas o burburinho da nossa insatisfação chegou até as outras escolas das adjacências – que já permitiam às suas alunas o uso da calça comprida.</p>
<p>Uma certa manhã, sem grandes explicações, inspetoras percorreram todas as turmas para uma votação muito especial. Queríamos que a calça fosse azul marinho ou cinza? Com uma urna, elas recolhiam os papeizinhos.</p>
<p>A cor azul ganhou. Duas semanas depois, recebemos o desenho do modelo da calça e o ABC de como ela deveria ser. Precisava ser feita em tergal, ter cós alto, corte reto e não revelar as formas femininas. Pois é, não se pode ganhar em tudo&#8230;</p>
<p>O tempo passou. O colégio hoje se chama Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e funciona no mesmo prédio imponente na zona norte da cidade.</p>
<p>E nós, brasileiras, há um século, nunca mais demos sossego aos estilistas. O jeans chegou, usamos calça com boca de sino, com boca fina, pantalona, odalisca, saruel, baggy, justinha, thai, cós alto, cós baixo, com pregas, franzidos, barras dobradas, sem bainha, rasgadas, bordadas e até já a  mergulhamos na água sanitária, sem dó, nem piedade.</p>
<p>Tudo o mais que vier será bem vindo. Calça comprida para as mulheres no Brasil não é só sinônimo de conforto, é também de conquista. Há cem anos, duas moças quase foram linchadas por causa dela. Eu não sou jurássica assim, mas é muito bom saber que fiz parte, com centenas de alunas, de um período importante na história do tradicional Instituto de Educação. O dia em que as saias caíram!</p>
<p><strong>PS: Faltam 18 dias para o lançamento do meu livro. Aguardem o convite! Beijo. </strong></p>
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		<title>Exposição “Confiança”, mostra individual do fotógrafo Leo Lima na Galeria 535</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 20:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Rosilene Miliotti]]></category>

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		<description><![CDATA[Confiança é uma palavra composta. Esta afirmação, no entanto, não se refere a uma definição gramatical literal da palavra. É na prática que a confiança se apresenta como um sentimento construído mutuamente. E é desta forma que o fotógrafo Leo Lima vê e fotografa o mundo. As imagens que compõe a exposição “Confiança” são fruto de uma troca estabelecida entre fotógrafo e fotografado, entre aquele que olha e o que se deixa ser olhado. Desta cumplicidade surgem os retratos apresentados nesta mostra. Segundo o fotógrafo Robert Cappa, “Se uma foto não está suficiente boa, é porque você não se aproximou o suficiente do fato”. É esta proximidade – que evidentemente não é apenas física – que Leo busca alcançar em seus registros. É da vontade de revelar mais do que apenas rostos, mas as histórias, as lutas, as particularidades que há em cada um, que Leo produz suas imagens. A ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/LeoLima_Imagens-do-Povo_04.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1471" title="vila autÃ³dromo" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/LeoLima_Imagens-do-Povo_04.jpg" alt="" width="360" height="542" /></a>Confiança é uma palavra composta. Esta afirmação, no entanto, não se refere a uma definição gramatical literal da palavra. É na prática que a confiança se apresenta como um sentimento construído mutuamente. E é desta forma que o fotógrafo Leo Lima vê e fotografa o mundo. As imagens que compõe a exposição “Confiança” são fruto de uma troca estabelecida entre fotógrafo e fotografado, entre aquele que olha e o que se deixa ser olhado. Desta cumplicidade surgem os retratos apresentados nesta mostra. Segundo o fotógrafo Robert Cappa, “Se uma foto não está suficiente boa, é porque você não se aproximou o suficiente do fato”. É esta proximidade – que evidentemente não é apenas física – que Leo busca alcançar em seus registros. É da vontade de revelar mais do que apenas rostos, mas as histórias, as lutas, as particularidades que há em cada um, que Leo produz suas imagens. A exposição “Confiança”, primeira mostra individual de Leo Lima, é composta por retratos produzidos desde 2009, ano em que se formou na Escola de Fotógrafos Populares, e traz em cada expressão, histórias de vida diferentes, relações de amizades construídas para além do registro fotográfico. É, enfim, o olhar do autor somado a vários outros olhares.</p>
<p><strong>Sobre </strong><strong>Léo Lima</strong></p>
<p>Fotógrafo formado pela Escola de Fotógrafos Populares em 2009 e pelo Curso de Formação de Educadores em Fotografia em 2010. É monitor das Oficinas de Pinhole desenvolvidas pelo Programa Imagens do Povo e professor do Ponto de Cultura Porto Aberto à Memória Viva, no Armazém da Utopia. Integra o Coletivo Multimídia Favela em Foco. Trabalhou como um dos fotógrafos da 3ª Mostra Brasil – Juventude Transformando com Arte, em 2010. Ficou em 3º lugar no concurso fotográfico Um novo Clique, promovido pelo Jornal O Globo, em 2010, que rendeu uma exposição itinerante pelas favelas pacificadas do Rio de Janeiro. Foi um dos finalistas do concurso fotográfico realizado pela revista Fotografe Melhor, no ano de 2011, na categoria: Preto e Branco. Participou das coletivas “Prazer, sou do Povo”, no CCMLSL, em Santa Tereza, em 2012, “Caçadores de Sonhos”, na Galeria 535, na Maré, e “Brasil, o país do futebol”, realizada pela ECO-FOTO / UFRJ, ambas em 2010.</p>
<p><strong>Exposição “Confiança – retratos do fotógrafo Leo Lima” na Galeria 535</strong><br />
Observatório de Favelas do Rio de Janeiro<br />
Rua Teixeira Ribeiro, 535, Parque Maré, Maré, RJ.<br />
Inauguração: 18 de maio de 2012, às 18h.<br />
Visitação: 21/05 a 06/07/2012<br />
Horário: de 9 às 18h, de seg à sex.</p>
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		<title>Marley &amp; Eu. Dica de Leitura</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Ediouro]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Top Livros do Mix]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo confessar: eu, às vezes, sou um pouco resistente em relação a alguns livros, principalmente os “dolorosos”, que fazem chorar, etc.
Quando surgiu o livro Marley &#38; Eu, não me interessei, não procurei, mesmo vendo a onda pela qual ele chegava: como best-seller em todo mundo, o estrondoso lançamento no Brasil e o filme.
Errado, completamente errado para alguém como eu, que precisa ler toda e qualquer obra.
Para não ficar tão por fora assisti ao filme. Achei legal, mas não vi nada demais para tanto “barulho”.
Enfim, me rendi e o li. Terminei de ler o livro na quinta (10/05). E me senti profundamente arrependida por não ter lido antes&#8230;
Marley &#38; Eu. A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo. John Grogan. Editora Ediouro. 
A história amorosa e inesquecível de uma família em formação e o maravilhoso e neurótico cão que lhes ensinou o que realmente importa na vida.
A maioria ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo confessar: eu, às vezes, sou um pouco resistente em relação a alguns livros, principalmente os “dolorosos”, que fazem chorar, etc.<br />
Quando surgiu o livro<strong> Marley &amp; Eu</strong>, não me interessei, não procurei, mesmo vendo a onda pela qual ele chegava: como <em>best-seller</em> em todo mundo, o estrondoso lançamento no Brasil e o filme.<br />
Errado, completamente errado para alguém como eu, que precisa ler toda e qualquer obra.<br />
Para não ficar tão por fora assisti ao filme. Achei legal, mas não vi nada demais para tanto “barulho”.<br />
Enfim, me rendi e o li. Terminei de ler o livro na quinta (10/05). E me senti profundamente arrependida por não ter lido antes&#8230;<br />
<strong><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/hso02e.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1466" title="hso02e" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/hso02e.jpg" alt="" width="250" height="350" /></a>Marley &amp; Eu. A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo. John Grogan. Editora Ediouro. </strong><br />
<em>A história amorosa e inesquecível de uma família em formação e o maravilhoso e neurótico cão que lhes ensinou o que realmente importa na vida.</em><br />
A maioria das pessoas já conhece a história. O jornalista, colunista de jornais dos EUA, John Grogan, conta a história da vida de sua família que, resolvem comprar um cão, para alegrar suas vidas. Rapidamente o pequeno filhote cresce e eles se deparam com um grande labrador agitado, inquieto, completamente atrapalhado e nada fácil de adestrar. O início da vida do casal, suas dúvidas e medos, o nascimento dos filhos e as mudanças de suas vidas são contadas através do eixo Marley: suas peripécias, ‘maluquices’, neuras e seu amor pela família Grogan. Um ‘louco’ e fiel labrador que arrebatou o coração de todo o mundo.<br />
Poderia ser uma história comum, já que o próprio John apresenta no fim do livro, histórias que lhe foram contadas sobre outros cães, por seus donos ‘desesperados’. Mas não é. O livro arrebata os leitores, leva-nos a viver as histórias contadas, nos faz rir e chorar junto com Jenny e John.<br />
Ao meu ver, isso acontece porque o autor encontrou a melhor forma de falar sobre Marley, ele não escreveu apenas um livro, ele conversa com o leitor através das páginas.<br />
Muitos autores estão seguindo essa linha mais descontraída, na forma de um ‘bate-papo’ informal, como se estivéssemos ao lado deles ouvindo a história. Uma forma maravilhosa de nos fazer viajar e viver as vidas que lemos, nos inserindo completamente na história.<br />
<span style="color: #800000;"><em>Blam! Ele mergulhou em cima de mim sem frear e eu caí para trás, desabando no chão. Quando abri os olhos, segundos depois, ele estava com as quatro patas em cima do meu peito, lambendo desesperado meu rosto. E aí, chefe, como foi que eu me saí? Tecnicamente falando, ele seguiu exatamente o comando. Afinal, eu não tinha mencionado nada a respeito de parar quando chegasse em mim.</em></span></p>
<p>Saiba mais sobre a obra, <a href="http://www.ediouro.com.br/site/products/content_book/419" target="_blank">clique aqui.</a></p>
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		<title>Mudança &#8216;Radical&#8217;. Coluna Expressão e Impressão</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 21:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cezar Santos - Mike]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão e Impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna  Expressão e Impressão.                   Por Cezar Santos ( Mike )
Mudança ‘ radical ’
Um belo dia resolvi mudar, e fazer tudo que eu queria fazer&#8230; início dos dias de 1975 e Rita Lee estourava com essa música e, a gente fica meditando com os botões&#8230; ‘Pô’ fulano, você teve uma mudança radical ao deixar de beber; me lembro você caía e a gente imaginava seu fígado que ia desfolhando&#8230; Errado! Mudança radical, foi quando ele começou a beber de cair, aniquilando seu corpo, praticando um verdadeiro suicídio&#8230; Isso sim foi uma mudança radical, não agora que tenta voltar ao normal&#8230;
Geralmente, a gente não ‘administra’ muito bem o que não conhece. Impomos relutância. Vai falar pra um matuto, que a mulher dele tem direito ao orgasmo. Ele vai ironizar e dizer que isso não é coisa de mulher direita&#8230; Sem perseguições, sem achar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Coluna  Expressão e Impressão.                   Por Cezar Santos ( Mike )</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/Expressão-e-Impressão.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1461" title="Expressão-e-Impressão" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/Expressão-e-Impressão.jpg" alt="" width="320" height="108" /></a><strong>Mudança ‘ radical ’</strong></p>
<p><strong>Um belo dia resolvi mudar, e fazer tudo que eu queria fazer&#8230; </strong>início dos dias de 1975 e Rita Lee estourava com essa música e, a gente fica meditando com os botões&#8230; ‘Pô’ fulano, você teve uma mudança radical ao deixar de beber; me lembro você caía e a gente imaginava seu fígado que ia desfolhando&#8230; Errado! Mudança radical, foi quando ele começou a beber de cair, aniquilando seu corpo, praticando um verdadeiro suicídio&#8230; Isso sim foi uma mudança radical, não agora que tenta voltar ao normal&#8230;</p>
<p>Geralmente, a gente não ‘administra’ muito bem o que não conhece. Impomos relutância. Vai falar pra um matuto, que a mulher dele tem direito ao orgasmo. Ele vai ironizar e dizer que isso não é coisa de mulher direita&#8230; Sem perseguições, sem achar um bicho de 7 cabeças, eu em minha orientação sexual, não aceito certas coisas, respeito, não critico, agora, ver um pai agredido, porque um cara pensou que ele era homossexual ao estar com seu filho adolescente&#8230; isso é o fim-do-mundo; os carecas em São Paulo, matarem de pancadas outro cara porque era homossexual, peraí, onde nós estamos? Onde vamos parar? Tenho 3 filhos e me lembro que não negociava com nenhum, quando eram pequenos, em caso de agressão&#8230; Nunca! E assim os criei.</p>
<p>O cara é casado, arruma uma saidinha, duas, um casinho, um rolo, resolve depois de anos de ‘aprendizado’ a montar outro lar, vive a vida dupla, começa vários infernos como dia do aniversário, Natal, Ano Novo e de tanta liberdade, acabou preso. Depois de tanto ir a Juízo por causa das Pensões Alimentícias, no meio daquela ‘salada’, vê que o melhor e mais difícil, é ficar só com uma&#8230; Uma das moralistas da rua, diz que Seu Fulano teve uma mudança radical. Mudança radical coisa nenhuma, volta à normalidade, fim a ‘prisão’ e de repente de outras: bebida, cigarro, mentiras, falsos telefonemas, falsas notificações de dor-de-dente, enfim não é nenhuma mudança radical, mudança radical e sair da normalidade, viver um inferno, perder noites de sono e ouvir ‘TRA LA LA’ de mulher e até de pseuda Sogra&#8230;</p>
<p>No Evangelho de Marcos, lá no finzinho, há a chance de vivermos o Milagre&#8230; Lá fui eu, ver Milagres quase todos os dias&#8230; “Nossa, você mudou tanto&#8230; você teve uma mudança radical”; “tive” nada, apenas pisei num terreno descrito pela Bíblia, vivo e pratico a fé, em vez de só aprendê-la e alguns ficam estarrecidos&#8230; Se você não sabe o que os equipamentos de seu celular podem fazer, leia o manual, isso sim, é uma mudança radical; você sai do B+A = BA e descobre o que é normal, mas só você não tinha prática&#8230;</p>
<p>Ponto G (mudança radical) tem mulheres que nem imaginam existir, mas existe e se você mostrar a ela que existe, ih, mudança radical que ela nem imaginava&#8230; Agora, padronizar uma coisa que geograficamente, não está nos mesmos lugares em todas elas, é ‘mico’ quase um gorila. Nós homens também, temos Pontos G, e nem por isso fazemos disso mistérios e Ponto G, não é um perímetro dérmico ou epidérmico e sim a estimulação de alguns pontos em nosso corpo, no momento exato, produzindo resultados. Isso sim é Ponto G e o conhecimento de suas utilizações, mudança radical.</p>
<p>Eu quero tchu, eu quero tcha&#8230; ser sucesso nacional e “ai se eu te pego” ser sucesso mundial, fala sério, é brincadeira e conseguir trazer as coisas pro normal, é realmente uma mudança radical&#8230; sem comentários&#8230; os valores, a educação, a moral, sofreram mudanças radicais, parece que o sucesso hoje, induz a se pensar que não é preciso estudo, os professores nunca estiveram tão desvalorizados, em vários sentidos e a moral é ‘pegação’ geral, festa de 10, 20 beijos na boca e ninguém está namorando ninguém; vai falar, é careta, quadrado, ‘do outro século’ mas, desculpem, ‘tá’ arriscado a homem, beijar e sentir gosto de sêmem de outro; vai dizer que não&#8230; Fala sério!</p>
<p>E nós do patropi? Nossa mudança radical, de início seria, acabarmos com o Senado que não tem utilidade e nos custa muito caro, destinar todos esforços para termos um Parlamento Constitucional como no Canadá, Alemanha, Espanha, Japão e outros, com menos de 100 decidindo sobre nossa administração, sem ‘jetons’, sem ‘trabalho’ de ½ expediente, de terça à quinta e sem escândalos&#8230; Em vez de CPI’s do Cachoeira, que é tudo cascata, abrir a dos Bancos e das Empreiteiras&#8230; Carro saiu de fábrica (?), chassis marcando todas as peças, até a borrachinha da porta&#8230; O povo =que paga= decidir sobre as Obras, em todas as Prefeituras. Leite, só um; nada de Leite A, B, C, UHT, Caixinha, Desnatado, Semidesnatado, Modificado, enfim, acabar com essa vergonheira. Pesar na frente do povo, as bolinhas que sorteiam os prêmios lotéricos: antes e na hora do sorteio, tendo que dar o mesmo peso&#8230; A mulher ser reconhecida por sua beleza ou doçura, não por suas bundas ou seios turbinados; ah, estudo nelas! Professores com didática sim, para darem aulas, não com Mestrados, só para terem ‘canudos’; muitos obtidos com ‘cola’&#8230; Polícia Civil com responsabilidade carcerária? Polícia Militar cuidando da ‘rua’? Bombeiro sendo Salva-Vidas? Parlamentar sem estudo pra ser parlamentar? Músico sem estudos? Corretor vendendo imóveis? (se não estudou leis, contratos, pendências jurídicas&#8230;). Flanelinhas sendo donos da rua? Prostituta é hobby ou profissão? Então INSS pra elas, Seguros Sociais e tudo que o trabalhador tem. Brasília&#8230; pra que Brasília? Nem papel higiênico fabrica&#8230; O Brasil tinha que ser Administrado do Rio ou São Paulo&#8230; Pit Bulls, matam seres humanos crianças, velhos, mulheres; sem negociação: exterminem a raça. Bailes Funks: brigas, drogas, pegação, gravidez, vícios, e tantas outras coisas ruins. Acaba! Vestibular pra Direito, nada de se estudar Química, Física e outras que não tem nada a ver; pra Medicina, sem História, Geografia e vai por aí.</p>
<p><strong>Informação à população:</strong> dizer que a Bolsa de Valores, é uma casa de jogo; não tem trabalho tem investimentos de riscos em papéis; dizer que 3,14% da arrecadação da Mega-Sena, vai pros presos; que a comitiva de ‘importantes’ que vão pro exterior, chega a ter mais de 100 caronas; o quê é a dívida interna!!! Mostrar que o próprio Governo, não paga Impostos e está cheio de dívidas&#8230; que tem Juiz que fica em casa ‘trabalhando’&#8230; que os trilhões arrecadados anualmente em impostos, não se esclarece onde foram empregados ou, seus destinos&#8230; Que a energia elétrica desviada, “gatos”, é paga por quem paga a Luz; que, tem mais dinheiro pras obras que pra Saúde, Educação e que este dinheiro, todo ele, tem inúmeros desvios&#8230; ‘é a ética do mercado’&#8230; Que a salvação dos brasileiros, está em criarem PUNIÇÃO, geral e irrestrita e estudarem; não no pagode, nos futebóis, nos shows, nos carnavais, nos feriadões, nas bundas, nos seios ‘melões’, nos trios-elétricos, nos deputados, nos senadores e inúmeros ‘fortes’ que geram o terror e a dependência da nossa população em pontiaguda ignorância&#8230;</p>
<p><strong>Isso sim, é a verdadeira Mudança Radical e, prestem atenção: NADA sem DEUS!!</strong></p>
<p><strong> </strong>Cezar Santos  <em>.::::.</em>  Mike</p>
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		<title>Eu quero colo! Coluna Cá Entre Nós</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Cá Entre Nós]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Lucas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu quero colo!
Por Vera Lucas
Foram anos e mais anos pensando em ter você. Mas a falta de tempo, a necessidade de trabalhar, a correria, fizeram com que eu adiasse os meus planos. Só que o relógio não pára e um dia tive que me decidir. Assim, você passou a fazer parte da minha vida, ocupando todos os espaços dela.
Quanto tempo ficamos apenas nós dois? Uns três meses. Eu não conseguia pensar em mais nada, só em você. Sim, você me tirava o sono, o apetite, a vontade de sair com os amigos. Conversávamos, discutíamos, concordamos, discordamos, mudamos de ideia, retrocedemos, avançamos e&#8230; começamos tudo novamente.
Aí, depois de muitos embates, concluímos que chegáramos ao término. Nada mais a ser modificado. Era o ponto final de uma relação intensa. E eu que sempre pensei que na hora da despedida ficaria feliz, não fiquei. Não permiti que você saísse da minha casa facilmente, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/ca-entre-nos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1457" title="ca entre nos" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/ca-entre-nos.jpg" alt="" width="572" height="82" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Eu quero colo!</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Vera Lucas</strong></p>
<p>Foram anos e mais anos pensando em ter você. Mas a falta de tempo, a necessidade de trabalhar, a correria, fizeram com que eu adiasse os meus planos. Só que o relógio não pára e um dia tive que me decidir. Assim, você passou a fazer parte da minha vida, ocupando todos os espaços dela.</p>
<p>Quanto tempo ficamos apenas nós dois? Uns três meses. Eu não conseguia pensar em mais nada, só em você. Sim, você me tirava o sono, o apetite, a vontade de sair com os amigos. Conversávamos, discutíamos, concordamos, discordamos, mudamos de ideia, retrocedemos, avançamos e&#8230; começamos tudo novamente.</p>
<p>Aí, depois de muitos embates, concluímos que chegáramos ao término. Nada mais a ser modificado. Era o ponto final de uma relação intensa. E eu que sempre pensei que na hora da despedida ficaria feliz, não fiquei. Não permiti que você saísse da minha casa facilmente, tentei recomeçar, encontrar desculpas e motivos para não desfazermos o nosso imenso vínculo.</p>
<p>Mas você foi categórico, não queria ficar um minuto a mais comigo, desejava ganhar o mundo e eu fui obrigada a abrir a porta para você sair. E você saiu. Conheceu novas pessoas, algumas legais que te acolheram com carinho, outras nem tão boas assim, que não deram a mínima para você. Embora subindo e despencando, cada vez você se afastava mais do nosso ninho – apesar de eu não conseguir perceber. É, mesmo você andando com as próprias pernas, eu ainda o considerava meu. Porém, numa tarde, o convite chegou e a minha ficha caiu: acabara mesmo.</p>
<p>Agora estou aqui, numa mistura de angústia, ansiedade, apreensão. Você não me pertence mais, o convite informa a data do seu lançamento: 4 de junho.</p>
<p>E é isso aí. O antigo meu livro passará de mão em mão, será analisado, avaliado, criticado, elogiado, sei lá&#8230; Haja insegurança. Vão gostar do meu romance? Detestar? Vai aparecer alguém no lançamento?</p>
<p>Ai, estou com uma tremenda vontade de me esconder dentro do guarda-roupa.</p>
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		<title>Perdendo os Medos. Coluna Expressão e Impressão</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 13:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cezar Santos - Mike]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão e Impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna Expressão e Impressão.        Por Cezar Santos (Mike)

Perdendo os medos
Um dia, lá pelos 7, 8 anos, pensei que nunca ia aprender a andar de bicicleta; meu pai segurava o banco e eu pedalava. Um dia ele parou de segurar o banco e eu pensei que ele estava ‘ali’ e fui um pedação sem ele, enquanto ele ria, e, ao ouvir sua risada bem longe, vi que era eu que estava no comando e assim, eu mesmo, me encorajei a aprender. Foi mais ou menos assim como nadar, dirigir e inúmeras coisas da minha vida e acredito que de muitos.
Apesar de ser bem bonito aos 15 anos, dito pelos outros e por ser chamado a fazer bico nos filmes, eu nunca conseguia a garota mais bonita, besteira, coisa de garoto, e ficava intrigado, porque outros ‘que não estavam com nada’, tinham melhor sorte que eu, mas o certo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Coluna Expressão e Impressão.        Por Cezar Santos (Mike)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/Expressão-e-Impressão2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1451" title="Expressão-e-Impressão2" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/Expressão-e-Impressão2.jpg" alt="" width="320" height="108" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Perdendo os medos</strong></p>
<p>Um dia, lá pelos 7, 8 anos, pensei que nunca ia aprender a andar de bicicleta; meu pai segurava o banco e eu pedalava. Um dia ele parou de segurar o banco e eu pensei que ele estava ‘ali’ e fui um pedação sem ele, enquanto ele ria, e, ao ouvir sua risada bem longe, vi que era eu que estava no comando e assim, eu mesmo, me encorajei a aprender. Foi mais ou menos assim como nadar, dirigir e inúmeras coisas da minha vida e acredito que de muitos.</p>
<p>Apesar de ser bem bonito aos 15 anos, dito pelos outros e por ser chamado a fazer bico nos filmes, eu nunca conseguia a garota mais bonita, besteira, coisa de garoto, e ficava intrigado, porque outros ‘que não estavam com nada’, tinham melhor sorte que eu, mas o certo é que eu ficava com o maior medão de levar um fora e aquilo me deixava muito bolado à época. Arquitetei uma estratégia e partir pra conversar com a gata mais linda da minha turma, quase noiva de um chapa meu, sem nenhum interesse como homem nela, com a maior cara-de-pau, na frente dele, perguntei como ela faria se estivesse em meu lugar, para ‘ganhar’ um ser tão bonito. Ela riu com recato e me traçou um roteiro que os heróis, ganhadores e atletas usam: =pensar na vitória=, colocando alguns temperinhos como sincera ousadia, nenhum medo de perder, ser cavalheiro, ser carinhoso, sempre bem-humorado, humilde, olhos nos olhos, prestativo, maduro, firme e procurar sempre agradar a fêmea com gestos, incentivos, apoio, segurança, calma e nenhuma pressa, procurando conhecer o avanço de cada coisa, com a permissão dela&#8230; aí ‘cumpadi’, mulher detesta o cara afoito, mas se a gente não ousar, elas também reclamam..</p>
<p>Me lembro que aos 11 anos, eis que surge um desses cachorros de rua na minha frente, segundo as pessoas, já tinha mordido uma pá de gente e veio rosnando pra mim, reparei fugindo que todas as vezes que levantava os braços, ele recuava, mas continuava a me mostrar os dentes, deixando bem nítido que ia me atacar e eu, ousava me defender, como ainda não conhecia Deus, senti que o confronto não tardava&#8230; Na hora, me lembrei das faltas que batia no futebol, sei lá porque, e imaginei minha vitória lhe ando vários ‘bicos’ no olho dele; era ele ou eu e deu eu no pensamento. Acertei de primeira seu olho direito e ele atordoado, possivelmente perplexo e com dor, aproveitei, e mandei uns 5 chutes no lado da vista esquerda. Lá pela meia-dúzia, Bingo!! e ouvi com alívio o ‘caim’&#8230;’caim’&#8230; e ele ‘zarpou’ fugindo de mim.</p>
<p>No futebol, nem sempre vence o melhor; o Barcelona que o diga e como sou observador, reparo que muitos homens na história, antes de muitas vitórias, eram até fraquinhos. Aprendi que além de visualizar a vitória, tinha que me revestir de esperança. Quando o cara acredita em alguma coisa, que lembre, que tenha e que use a fé, mas não recue; não faça como algumas pessoas que têm medo de baratas e esquecem que é a barata que tem medo da gente (quer ver: avance sobre uma barata pra ver&#8230; ela é que corre alucinada de você!</p>
<p>Por que os medos existem? Por que? Porque nós, eu e você, (eu não mais) o mantemos, o alimentamos; nós damos a ele, muita importância&#8230; muita!</p>
<p>Sente só, supondo que seja eu, só supondo pra facilitar, aceitei um convite de uma Feira de Modas em Curitiba. Lá, fui logo pros desfiles de lingerie, lógico! Mal entrei, ‘brequei’ diante de uma deusa&#8230; cabelos negros azulando, olhos azuis piscina, um corpo irrepreensível (claro né?) sem a mínima estria ou celulite, procurei com olhos de ‘expert’ , alguma coisa que não desse pra elogiar, não achei, e, sabendo que ela não ‘tava com ninguém’, a quis instintivamente e minha mente, começou logo a ‘buzinar’ que ela não era mulher ‘pro meu bico’, mas lembrando de minha infância e de tantos ‘caldos’ que extraí de pedras, depois do desfile, quis porque quis conhecê-la, ficar seu amigo, imaginei nosso jantar, não forcei nenhuma ‘barra’ e à noite estávamos no Araucária, sozinhos jantando, nos conhecendo e explodindo de vontade de partir pro ataque, não forcei nada, mas elogiei seu recheio, seu ser, não toquei em sua estupenda beleza, pois todo mundo só falava disso, coloquei ‘super bonder’ do meu olhar no dela, puxei cadeira e abri porta do carro pra ela, passamos por vários motéis, como uma tortura, nem toquei no assunto, fui segurando levemente seus punhos, olhando de frente disse que nem os árabes de Dubai tinham conseguido um investimento tão alto quanto o MEU&#8230; ela esboçou sadia curiosidade e eu disse baixinho, nos olhos: Consegui fazer uma Amizade que não se compra nem com 1 Bilhão de Euros e eu imagino, se decidirmos abrir as portas dos sentimentos&#8230; sei não&#8230; Imagino!</p>
<p>2:15 da manhã, vendo TV meio ‘soninho’ toca a campainha do quarto, podia imaginar todo mundo menos ela, acanhada e ousada, entra, fecha a porta, sem que eu falasse nada, me diz que minhas palavras era como se masturbasse seu ego e, foi mais ou menos assim: “Cara, os homens parecem que têm medo de mim, de levar algum ‘fora’; tem uns 3 anos que não beijo e em verdade, ninguém foi em frente, ninguém&#8230; 31 anos; pode chamar o médico legista, pra confirmar ou não, se ainda sou virgem&#8230; Pode chamar!!”</p>
<p>O resto, sem medo, vocês podem imaginar&#8230; Eitcha vitória!!</p>
<p>Gente, onde o destino tenta colocar um ‘ponto final’ na tua vida, não tenha medo não, DEUS coloca uma vírgula embaixo, surge o ‘ponto e vírgula’ e ele dá continuidade a sua história, sem medos e com VITÓRIA!</p>
<p style="text-align: center;">Cezar Santos .::::. Mike<br />
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		<title>Filme As Neves do Kilimanjaro. Coluna Eu Indico</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Eu Indico]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hochberg]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Ricardo Hochberg
Apesar de ter perdido o emprego, Michel (Jean-Pierre Darroussin) leva uma vida feliz com Marie-Claire (Ariane Ascaride). Eles estão apaixonados há mais de 30 anos, seus filhos e netos lhes dão alegria e vivem cercados de amigos próximos. Ambos se orgulham de sua luta política e seus valores morais. Mas a felicidade do casal é interrompida quando dois homens armados e mascarados os amarram e atacam violentamente, roubando o dinheiro que tinham guardado para fazer uma viagem ao monte Kilimanjaro. Michel e Marie-Claire ficam ainda mais chocados quando descobrem o autor do ataque, que causam diversas reflexões e mudanças em suas vidas.
Particularmente, o filme me fez refletir sobre o que realmente vale a pena em nossas vidas e quais opções que faríamos. Ajuda muito termos boas pessoas nos cercando.
Recomendo que assistam.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/Eu-Indico1-300x641.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1447" title="Eu-Indico1-300x641" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/Eu-Indico1-300x641.jpg" alt="" width="300" height="64" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Ricardo Hochberg</strong></p>
<p>Apesar de ter perdido o emprego, Michel (Jean-Pierre Darroussin) leva uma vida feliz com Marie-Claire (Ariane Ascaride). Eles estão apaixonados há mais de 30 anos, seus filhos e netos lhes dão alegria e vivem cercados de amigos próximos. Ambos se orgulham de sua luta política e seus valores morais. Mas a felicidade do casal é interrompida quando dois homens armados e mascarados os amarram e atacam violentamente, roubando o dinheiro que tinham guardado para fazer uma viagem ao monte Kilimanjaro. Michel e Marie-Claire ficam ainda mais chocados quando descobrem o autor do ataque, que causam diversas reflexões e mudanças em suas vidas.<br />
Particularmente, o filme me fez refletir sobre o que realmente vale a pena em nossas vidas e quais opções que faríamos. Ajuda muito termos boas pessoas nos cercando.<br />
Recomendo que assistam.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/DVWXvrR01Ko" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É uma família portuguesa, com certeza! Coluna Cá Entre Nós</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 23:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Cá Entre Nós]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Lucas]]></category>

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		<description><![CDATA[
É uma família portuguesa, com certeza!
Por Vera Lucas
- Você ainda mora na mesma zona?
- Não, nunca morei na zona, quem mora lá são algumas prostitutas (rs).
Está estranhando esse diálogo? A pergunta foi feita a mim, na lata, via internet, pelo meu primo Zeca que vive em Portugal. Vou começar do começo. Meus avós paternos tiveram nove filhos, todos portugueses (Hermínia, Diamantino, Olinda, José Maria, Luis, Palmira, Agostinho, Abílio e Benvinda). Uma grande prole, né? Acho que naquela época não havia televisão e o frio contribuía&#8230; Lá pelos 20 anos de idade, cinco deles vieram “tentar a vida” no Brasil, incluindo o meu pai. Assim, a minha futura família se dividiu entre terras lusas e tupiniquins.
Numa casa portuguesa fica bem,
 pão e vinho sobre a mesa.
 E se à porta humildemente bate alguém,
 senta-se à mesa co&#8217;a gente.
 Fica bem esta franqueza, fica bem,
 que o povo nunca desmente.
 A alegria ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/ca-entre-nos-300x43.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1443" title="ca-entre-nos-300x43" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/ca-entre-nos-300x43.jpg" alt="" width="300" height="43" /></a></p>
<p style="text-align: center;">É uma família portuguesa, com certeza!</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Vera Lucas</strong></p>
<p>- Você ainda mora na mesma zona?<br />
<em>- Não, nunca morei na zona, quem mora lá são algumas prostitutas (rs).</em></p>
<p>Está estranhando esse diálogo? A pergunta foi feita a mim, na lata, via internet, pelo meu primo Zeca que vive em Portugal. Vou começar do começo. Meus avós paternos tiveram nove filhos, todos portugueses (Hermínia, Diamantino, Olinda, José Maria, Luis, Palmira, Agostinho, Abílio e Benvinda). Uma grande prole, né? Acho que naquela época não havia televisão e o frio contribuía&#8230; Lá pelos 20 anos de idade, cinco deles vieram “tentar a vida” no Brasil, incluindo o meu pai. Assim, a minha futura família se dividiu entre terras lusas e tupiniquins.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Numa casa portuguesa fica bem,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> pão e vinho sobre a mesa.</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> E se à porta humildemente bate alguém,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> senta-se à mesa co&#8217;a gente.</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> Fica bem esta franqueza, fica bem,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> que o povo nunca desmente.</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> A alegria da pobreza</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> está nesta grande riqueza</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> de dar, e ficar contente.</em></span></p>
<p>Aos poucos, todos se casaram e tiveram filhos, muitos filhos. Lá e cá formamos uma turma do barulho e batalhadora. Só que eu não tinha noção do tamanho da tropa portuguesa. Conheci apenas uma tia e alguns primos que vieram ao Brasil. Aí, recentemente, meu primo Xico, que vive em Lisboa e é casado com a Mirim, resolveu criar um site e fazer a nossa árvore genealógica. Gente, pelo número de pessoas, não é uma árvore, é uma floresta inteira. Até agora estou perdida no meio de tantos galhos e folhas.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">Quatro paredes caiadas,</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> um cheirinho à alecrim,</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> um cacho de uvas doiradas,</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> duas rosas num jardim,</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> um São José de azulejo,</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> mais o sol da primavera&#8230;</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> uma promessa de beijos&#8230;</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> dois braços à minha espera&#8230;</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> É uma casa portuguesa, com certeza!</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> É, com certeza, uma casa portuguesa!</span></em></p>
<p>Bem, no site, com datas, fotos, documentos, há também um chat, onde podemos trocar mensagens. Desse jeito, iniciou-se a minha confusão. Porque, para mim, só era parente quem tivesse Lucas, Souza (com z), ou Sousa (com s) no sobrenome. Mas nãaaaaooooo, a coisa não é tão simples assim. Passei a receber solicitações de amizade de pessoas que eu não fazia a menor ideia quem fossem. E o idioma não é tão igualzinho como o nosso, existem peculiaridades, como a zona no início, que lá é bairro. O jeito foi admitir a minha total ignorância sobre os laços familiares e perguntar, perguntar, perguntar, contando com a paciência de todos. Veja se esse bate papo abaixo não é uma conversa de malucos.</p>
<p><em>- Vocês conhecem Francisco Gonçalves e José Gonçalves?</em><br />
<strong>Raquel</strong> &#8211; São primos nossos do lado Gonçalves. Não são de Zimão, mas sim de Souto.O José é irmão da minha mãe e o Francisco é filho do Nelson meu primo. Beijinhos querida.</p>
<p>“Tentei decifrar o parentesco, desisti.”</p>
<p><em>-Caramba! Eu vou ter um curto circuito! Bjs</em>.<br />
<strong>Miguel</strong> – Lolololololo, mas percebeu.<br />
<em>- Não entendi o que vc escreveu&#8230;</em><br />
- Lollolololol<br />
<em>- Mas o que é Lolololololo??????????</em><br />
<strong>Nelson Rodrigues</strong> &#8211; Se é Gonçalves é boa gente. Mais um para aumentar a confusão&#8230; agora um Rodrigues&#8230; Quem será este intrometido??????<br />
<em>- Tudo bem, viva os Gonçalves! Viva os Rodrigues! Mas o que é Lolololololo????????</em><br />
<strong>Nelson</strong> &#8211; É uma força de expressão inglesa muito usada na internet que se traduz por muitos risos.<br />
<em>- Ahhhhhh!!!! Aqui usamos rs&#8230; ou KKKKKKKKKKK . Quem é Nelson Rodrigues?</em><br />
<strong>Nelson</strong> &#8211; É primo da prima que é esposa do primo.</p>
<p>“Como é que é?”</p>
<p><em>- Que prima, que primo?</em><br />
<strong>Nelson</strong> – É um primo da Mirim, por parte de pai, que por sinal também é primo do Xico, por parte da mãe e que também era sobrinho da querida e saudosa tia Herminia. O marido da tia Herminia era irmão da mãe de Nelson Rodrigues, que por sinal até sou eu.</p>
<p>“Vou ter um tic-tic nervoso&#8230;”</p>
<p>- <em>Saquei&#8230;</em> (menti). Vai dar até uma crônica.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>No conforto pobrezinho do meu lar,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> há fartura de carinho.</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> e a cortina da janela é o luar,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> mais o sol que bate nela&#8230;</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> Basta pouco, poucochinho p&#8217;ra alegrar</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> uma existência singela&#8230;</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> É só amor, pão e vinho</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> e um caldo verde, verdinho</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> a fumegar na tigela.</em></span></p>
<p>Como todos sabem, a Europa passa por uma crise econômica e Portugal não escapou. Muitos parentes meus perderam o emprego, levantaram e estão dando a volta por cima. O negócio é ir em frente porque atrás vem gente. Minha prima Soninha pegou recentemente o filho – que eu pensava ser uma criança e que já tem 15 anos &#8211; voou para Macau sem falar uma única palavra em chinês – apenas cinco por cento da população falam o português. É, na nossa família, como diria Raul Seixas, de perto ninguém é normal. Depois de algum tempo de ralação, misturando português e inglês, Soninha está empregada como diretora de comunicação e recursos. O primo Rui Pedro, arquiteto, vive com a mulher, assistente de dentista, na Austrália. Além de trabalhar, veem cangurus todos os dias, Acho que deve ter até um no quintal deles.</p>
<p><em>- Alguém pode me dizer quem é José Carlos Gonçalves?</em><br />
<strong>Soninha</strong> – É o irmão da Fatinha, filho do meu padrinho, irmão do meu pai!!!!! É primo!</p>
<p>“Claro com a água.”</p>
<p>Zezinha era diretora financeira de uma empresa de informática, falava inglês e alemão, e foi demitida. Virou dona de casa, mas cansou. Quando criança, gostava de ver a mãe, Judite, costurando. No natal de 2010 ganhou dinheiro de presente do marido e resolveu investir em workshops de costura. Aprendeu tudo e no final do ano passado, a irmã, Isabel, criou a marca “Cosido Comigo”, que, se tudo der certo, logo estará no Brasil. São estojos, capas para agendas, nécessaires, bolsas, todos em matelassê. Uma graça!</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><em>Quatro paredes caiadas,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> um cheirinho á alecrim,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> um cacho de uvas doiradas,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> duas rosas num jardim,</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> São José de azulejo</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> mais um sol de primavera&#8230;</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> uma promessa de beijos&#8230;</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> dois braços à minha espera&#8230;</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> É uma casa portuguesa, com certeza!</em></span><br />
<span style="color: #800000;"><em> É, com certeza, uma casa portuguesa!</em></span></p>
<p><em>- Zeca, você já é avô? Pergunto porque li alguns comentários, estou mais perdida do que cego em tiroteio.</em><br />
<strong>Xico</strong> – Ele é quase bisavô!<br />
<em>- Como assim? Ele não tem idade para isso. As coisas aí são mais rápidas?</em><br />
<strong>Zeca</strong> &#8211; Não, só temos este neto de 12 meses. O Xico está a brincar.<br />
Inês – Lolololololo&#8230; só tu pai.</p>
<p>Minha prima Marta veio para o Brasil e começou trabalhando em um hotel em Petrópolis. Agora saiu do emprego porque quer fazer o que fazia muito bem em Portugal: era DJ. Miguel tem uma empresa de consumíveis informáticos originais compatíveis e reciclados. Acho que aqui chamamos de uma firma de informática, só que a dele se preocupa com a reciclagem. Primo, caso não seja nada disso, me perdoe.</p>
<p>-<em> Quem é Cris Ferreira?</em><br />
<strong>Raquel</strong> – É prima! Todo mundo é primo.<br />
<strong>Cris</strong> – Beijinhos prima Vera.<br />
<em>- E quem é Sara Marques?</em><br />
<strong>Zeca</strong> – Minha sobrinha, é sua prima!<br />
<em>- Pensei que você só fosse irmão da Alice&#8230;</em><br />
<strong>Zeca</strong> &#8211; Não, somos seis: eu, Eurico, Orlando, Benvinda, Marieta e a Alice.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #800000;">É uma casa portuguesa, com certeza!</span></em><br />
<em><span style="color: #800000;"> É, com certeza, uma casa portuguesa! (Amália Rodrigues)</span></em></p>
<p>E assim, dando foras, (deletei uma vez Maria Antunes por não saber que esse é o nome de casada da Zezinha), estou conhecendo, ou pelo menos tentando conhecer, o pessoal de lá. Maria Angelina, Ana Marieta, Manuel (claro que tinha que ter um), Maria Ilidia, Quinho, (Nuno ou Diogo – ainda não entendi se são a mesma pessoa), Inês, Joana, Diana Fê&#8230; Ficaria horas aqui escrevendo o nome dos poucos dos 500 primos que já descobri. Ainda falta muito. Fui informada que em Portugal, a turma se divide por Lisboa, Porto, Caldas da Rainha, Vila Nova de Gaia, Gondomar, Zimão, Pedras Salgadas, Chaves, Telões, Gralheira e Raíz do Monte. Já estava com o nariz enfiado no mapa de Portugal do Google quando soube que tenho também parentes na França, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Inglaterra e como falei, na Austrália dos cangurus. Alguém mais aí?</p>
<p>PS: Na próxima quarta a minha prima Amélia chega ao Rio. Não é óptimo? Ora, pois!</p>
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		<title>Inscrições abertas para cursos gratuitos de Audiovisual e Jogos Eletrônicos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 20:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Release]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#160;
O Projeto Irradiar, realizado pelo Tempo Glauber, e patrocinado pela Petrobras, está com as inscrições abertas em cursos gratuitos para formação de jovens roteiristas, com foco em Televisão, Internet e Jogos Eletrônicos.
O curso é direcionado a jovens com experiência em audiovisual e que queiram aprimorar seus conhecimentos, lançando mão de ferramentas multiuso e ampliando seu leque de qualificações para a atuação na comunicação audiovisual e será ministrado no Templo Glauber, em Botafogo.
As oficinas de Fundamentos Dramatúrgicos e Dramaturgia Audiovisual, Formatos para TV, Criação Multimídia e Jogos Eletrônicos serão ministradas por professores com trajetória reconhecida no mercado e na produção cultural, como o ex-secretário nacional de Audiovisual Orlando Senna, um dos idealizadores do curso, que dará as duas primeiras disciplinas.
Também darão aulas o escritor, roteirista e crítico de arte, Claudio Nigro; o diretor e produtor musical David Tygel; o designer de games, pesquisador e professor da UNEB, Luiz Adolfo Andrade; e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/irradiar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1437" title="irradiar" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/05/irradiar.jpg" alt="" width="720" height="479" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Projeto Irradiar, realizado pelo Tempo Glauber, e patrocinado pela Petrobras, está com as inscrições abertas em cursos gratuitos para formação de jovens roteiristas, com foco em Televisão, Internet e Jogos Eletrônicos.</p>
<p>O curso é direcionado a jovens com experiência em audiovisual e que queiram aprimorar seus conhecimentos, lançando mão de ferramentas multiuso e ampliando seu leque de qualificações para a atuação na comunicação audiovisual e será ministrado no Templo Glauber, em Botafogo.</p>
<p>As oficinas de Fundamentos Dramatúrgicos e Dramaturgia Audiovisual, Formatos para TV, Criação Multimídia e Jogos Eletrônicos serão ministradas por professores com trajetória reconhecida no mercado e na produção cultural, como o ex-secretário nacional de Audiovisual Orlando Senna, um dos idealizadores do curso, que dará as duas primeiras disciplinas.</p>
<p>Também darão aulas o escritor, roteirista e crítico de arte, Claudio Nigro; o diretor e produtor musical David Tygel; o designer de games, pesquisador e professor da UNEB, Luiz Adolfo Andrade; e o pesquisador de games e mestre em comunicação e cultura, Thiago Falcão.</p>
<p>As inscrições vão até o dia 06 de maio! Não perca tempo e se inscreva através do site: http://www.projetoirradiar.com.br/</p>
<p><strong>Currículo dos professores:</strong></p>
<ul>
<li>Orlando Senna</li>
</ul>
<p>Fundamentos Dramatúrgicos</p>
<p>Cineasta, escritor, jornalista. Repórter e comentarista de política internacional, tendo atuado na América Latina, África e Europa, Orlando é autor dos livros “Xana, Ares nunca antes navegados”, “Máquinas eróticas”, “Um gosto de eternidade”, “Os lençóis e os sonhos”. Foi diretor de trinta espetáculos teatrais na Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro, destacando-se no Teatro de Cordel.<br />
Dirigiu e roteirizou os filmes “Diamante Bruto”, “Brascuba” (co-direção Santiago Alvarez), “Iracema” e “Gitirana” (co-dir. Jorge Bodanzky) e de documentários sobre a formação e comportamentos baianos.<br />
Autor de roteiros para TV e cinema, entre eles “O rei da noite” (dir. Hector Babenco), “Coronel Delmiro Gouveia” (dir. Geraldo Sarno), “Abrigo Nuclear” (dir. Roberto Pires), “O lado certo da vida errada” (dir. Otávio Bezerra), “Iremos a Beirute” (dir. Marcus Moura). Atuou ainda, em parceria com Chico Buarque, em “Ópera do Malandro” (Dir. Rui Guerra) e mm parceria com Gabriel García Márquez, escreveu o argumento de “Oedipus Major/O Prefeito Édipo”, sob direção de Jorge Ali Triana.<br />
Foi premiado nos festivais de Cannes, Figueira da Foz, Taormina, Pésaro, Havana, Porto Rico, Brasília, Rio Cine. Pelo caráter inovador de “Iracema”, recebeu o prêmio francês Georges Sadoul e o alemão Grimme.<br />
Foi diretor da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, da qual é um dos fundadores, e do Instituto Dragão do Mar. De 2003 a 2007 foi secretário Nacional do Audiovisual e entre 2007 e 2008 foi diretor geral da Empresa Brasil de Comunicação (TV Brasil). Atualmente é presidente da TAL &#8211; Televisión América Latina &#8211; e membro do Conselho Superior da Fundación del Nuevo Cine Latino Americano.</p>
<ul>
<li>David Tygel</li>
</ul>
<p>Conferência Tema de Cinema</p>
<p>Músico, cantor, compositor, diretor e produtor musical, com 40 anos de profissão, dos quais, 25 dedicados também ao cinema, sendo laureado com vários prêmios nacionais e internacionais, destacando-se o Prêmio de Música Original do Festival de Gijón, na Espanha em 1987.<br />
Estudou composição e harmonia com o Maestro John Neschling, teoria musical na Pro Arte do Rio de Janeiro e cursou faculdade de musicoterapia no Conservatório Brasileiro de Música, no RJ. É professor da Universidade Católica do RJ, onde leciona Trilha para o Cinema. Participou em mais de 30 filmes, entre os quais “Lamarca”, “O Homem da Capa Preta”, “A child from the south”, “O espelho de carne”, “A cor do seu destino”, “O homem nu”, “Leila Diniz”, “For All”, “Redescobrimento”, “Si tu vas a Rio”, “Dois perdidos numa noite suja” e “Inesquecível”.<br />
Fundador e integrante do grupo muical Boca Livre. Como ator e diretor musical para o teatro, foi indicado várias vezes para o Prêmio Shell, reconhecimento fruto de seu trabalho com importantes diretores brasileiros.<br />
Anualmente percorre o país e a América Latina ministrando cursos para todos os tipos de público, formando novos músicos especializados em compor trilhas para a imagem.</p>
<ul>
<li>Claudio Nigro</li>
</ul>
<p>Formatos para TV</p>
<p>Escritor, roteirista, crítico de arte que nasceu em São Paulo e mudou-se para Florença aos 19 anos, onde estudou na Università degli Studi di Firenze. Em 1992 estreou como diretor no espetáculo “Bocconi di Goldoni” (Teatro Cicognini). Encena as peças de sua autoria “Super Paradiso” (97), “Ragù di Bambina” (98), “Deathless” (99), “InLabirinto” (2000). Em 1998 transfere-se para Roma, onde cursa direção cinematográfica na Nuova Universtià Del Cinema e Della Televisione (Cinecittà). Torna-se diretor da revista de vanguarda literária, cultural e política Lo Sciacallo e colaborador da Nuovi Argomenti, a mais prestigiosa revista de literatura italiana.<br />
Como roteirista faz parte do grupo de criadores da Soap Opera Italiana Ricominciare (RAI UNO). Frequenta cursos especializados de roteiro com autores e script-doctors como Syd Field, Linda Seger, Jean-laude Carriere. Em 2003, já no Brasil, escreve o curta metragem “O Corneteiro Lopes”, que ganhou o premio Fernando Coni Campos.<br />
Foi selecionado para o festival Autuori per Roma com as peças “Roma al contrario” (Teatro Vascello) e “Ocidentale, amore Nero” (Teatro Eliseo). Desde 2002 leciona Roteiro e Teoria Artístico-Culturais na Universidade la Sapienza. Foi curador e palestrante no evento Como nasce uma obra prima (CCBB de SP, nov/dez 2010) e em 2010 participou da primeira edição do Projeto Irradiar (RJ, MG, BA, PB). Desde 2010 ministra cursos sobre arte contemporânea, cinema e estrutura narrativa no Brasil (SESC, MuBe e Escola São Paulo, DIMAS, Casa de cinema da Bahia).</p>
<ul>
<li>Thiago Falcão</li>
</ul>
<p>Criação Multimídia</p>
<p>Mestre em Comunicação e Cultura Contemporânea pela Universidade Federal da Bahia e editor geral do site Realidade Sintética, que reúne pesquisadores de videogames de língua portuguesa com o intuito de promover a área de games study no Brasil.<br />
Jornalista paraibano, membro do Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS) e do Grupo de Pesquisa em Cibercidades (GPC), ambos filiados ao Centro Internacional de Pesquisa em Cibercultura da UFBA.<br />
Trabalhou por cerca de 10 anos com produção nos mais variados tipos de mídia, transitando entre o impresso e o digital. Compôs a equipe do Laboratório de Aplicações em Vídeo Digital (Lavid), da Universidade Federal da Paraíba, um dos braços responsáveis pelo desenvolvimento do padrão brasileiro de TV Digital.<br />
Atualmente desenvolve pesquisa sobre padrões de comportamento e interação social através de jogos eletrônicos, discutindo características dos mundos virtuais, estrutura de redes sociais, fluxo de capital simbólico e a emergência dos social games.</p>
<ul>
<li>Luiz Adolfo de Andrade</li>
</ul>
<p>Jogos Eletrônicos</p>
<p>Designer de jogos eletrônicos na Porreta Games, professor e pesquisador da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA e mestre em Comunicação e Novas Tecnologias. Integra o Centro Internacional de Estudos e Pesquisa em Cibertultura (Ciberpesquisa/UFBA), participando do Grupo de Pesquisa em Cibercidades (GPC/UFBA).<br />
Roteirista do game educativo “França Antártica”, produzido pela UFF em 2007 e designer dos games: “Obsessão Compulsiva” (2007-2008), desenvolvido para o filme “Meu nome não é Jhony”; “Desenrola” (2009), produzido para o Instituto Oi Futuro; A Fórmula do Conhecimento (2009), desenvolvido para o EngenhoNovo Comunicações e Centro Universitário Jorge Amado; “Caçadores de Energia” (2010), desenvolvido em parceria com o Núcleo da Ideia para a 5° Feira da Providência e “Capitães de Areia” (2011), pacote de jogos desenvolvido com o apoio da Vivo e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.<br />
Desde 2006 ministra aulas, oficinas, palestras e workshops sobre jogos eletrônicos em diferentes instituições de ensino no BRasil. Possui diversos artigos publicados em livros, periódicos e anais de congressos, discutindo a relação dos jogos eletrônicos com a cultura contemporânea.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Curso: Projeto Irradiar Audiovisual Interativo</strong><br />
<strong> Inscrições: 02 de abril a 06 de maio</strong><br />
<strong> Local: Templo Glauber – Rua Sorocaba, 190, Botafogo.</strong><br />
<strong> Site: http://www.projetoirradiar.com.br/</strong></p>
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		<title>Sabe com quem está falando??</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 21:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cezar Santos - Mike]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão e Impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna  Expressão e Impressão.         Por Cezar Santos ( Mike ) 

 Sabe com quem está falando??
Começa a ‘zorra’ e falta respeito em tudo&#8230;
2 meninas mentiram para seus pais, que iriam dormir uma na casa da outra, por causa dos estudos.. Mentiram, foram pra balada e em plena Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, se meteram com namoradinhos bêbados, bateram a 190 km numa árvore, e morreram. Outra, um cara que desfez sociedade com um sócio que não queria nada e segundo o noticiário, desonesto, foi assassinado em casa com sua mulher, a casa foi incinerada e ele agiu com uma quadrilha, contratada para este fim e Graças a Deus, foram presos em flagrante&#8230;
O quê é isso? Desonra, falta de respeito, falta de limites, IMPUNIDADE, mas principalmente, falta de formação: mães que por trabalho, largaram seus filhos, foram ‘deseducados’ por domésticas ou ficavam presos o dia ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Coluna  Expressão e Impressão.         Por Cezar Santos ( Mike ) </strong></p>
<p><a href="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/04/Expressão-e-Impressão21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1432" title="Expressão-e-Impressão2" src="http://mixculturainformacaoearte.com/wp-content/uploads/2012/04/Expressão-e-Impressão21.jpg" alt="" width="320" height="108" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong> Sabe com quem está falando??</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Começa a ‘zorra’ e falta respeito em tudo&#8230;</strong></p>
<p>2 meninas mentiram para seus pais, que iriam dormir uma na casa da outra, por causa dos estudos.. Mentiram, foram pra balada e em plena Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, se meteram com namoradinhos bêbados, bateram a 190 km numa árvore, e morreram. Outra, um cara que desfez sociedade com um sócio que não queria nada e segundo o noticiário, desonesto, foi assassinado em casa com sua mulher, a casa foi incinerada e ele agiu com uma quadrilha, contratada para este fim e Graças a Deus, foram presos em flagrante&#8230;</p>
<p>O quê é isso? Desonra, falta de respeito, falta de limites, IMPUNIDADE, mas principalmente, falta de formação: mães que por trabalho, largaram seus filhos, foram ‘deseducados’ por domésticas ou ficavam presos o dia inteiro dentro de casa, sozinhos, muitos fumando maconha o dia inteiro, Internet navegada no lado sombrio, sem Deus, sem disciplina, sem amor, sem nada; até o matar de aulas, nem os pais, ‘fiscalizaram’; aí as consequências futuras são imprevisíveis e desastrosas com fatos irreversíveis e sementes de sofrimentos eternos&#8230;</p>
<p>O cara ser fiel a sua mulher, a sociedade o taxa de ‘babaca’; muitas mulheres são instigadas por suas amigas a trair; fomentar a corrupção, parece normal ser um futuro ladrão de paletó e gravata; já não espanta mais ninguém, ao ponto de num domingo, o Programa Fantástico, mostrar pessoas que corrompiam o Sistema Previdenciário, dizer que <strong>desvios</strong>, “eram éticas de Mercado&#8230;” O amor evaporou, o respeito, é coisa do outro século e ser safado, virou qualidade para muitos&#8230; <strong>Sabe com quem está falando?</strong> Sei, com montes de bostas!!</p>
<p>Notem que ninguém parte pras coisas erradas, sem pensar ou medir as consequências; quase ninguém&#8230; Andar a 190 km, ninguém que imprime tal velocidade, pensa em morrer, mas morre! Matar, incendiar, dá prisão, mas ninguém na hora vê isso; depois homens vão pra lugares onde uns são fêmeas de outros e nem vaso sanitário têm, eles encontram um buraco no chão que fede pacas&#8230; Trair o cônjuge, é um passo da Aids, um passo de ter um filho morto ou sequestrado por um insano cônjuge que não quer perder&#8230; Fazer greve de sexo, sujeita ao outro, a isso tudo também&#8230; Parece mentira, mas no YouTube, tem um vídeo de um ex-Arcebispo, fornecendo a traseira para um rapaz&#8230; Tem Pastor também? O que vocês acham? Tem um ‘belezinha’ lá de 78 anos – adorava uma garotinha de 6 anos&#8230;- É tétrico, como o ser humano, usando de liberdade, se aprisiona!!</p>
<p>O pessoal do crack, quando foi pra primeira vez, pensou na família, nos filhos, nas mães, nele próprio? Pensou? Então vemos que certas decisões, vão aniquilar outros que gostamos também e que não têm absolutamente nada com isso&#8230; Aquela besta de Realengo, Rio de Janeiro-RJ, que entrou na escola e matou inúmeras criancinhas, provavelmente, como ele mesmo disse no vídeo que gravou, sofreu várias vezes ‘Bullying’ lá em sua infância e certamente, a Diretora, Professoras e Inspetores, fizeram ‘vista grossa’, os agressores ficaram impunes e as mães dos agressores, possivelmente, ‘estavam ocupadíssimas trabalhando’, quer dizer, alimentaram a cobra, ela cresceu e na hora que pode e escolheu, matou inocentes, mostrando o que entendia por justiça do que sofreu na infância, ali naquela escola, estilhaçando a vida de quem ‘não tem nada com o peixe’ e vai ficar até o fim de suas vidas, chorando e se lamentando..</p>
<p>Mais: quem está errado, vem logo com o “Nossa! Não tem nada a ver!!” “– A culpa não é da escola, é dos pais&#8230;” Éh&#8230; o normal é a mãe trabalhar fora, sair lá pelas 6 e voltar meia noite, depois da Faculdade, só ver seus filhos no sábado e mesmo assim não ter tempo pra eles, pois está cansada e cheia de coisas pra fazer e, se for falar, é machismo, não tem nada a ver e os resultados das desestruturações familiares estão aí, com factótuns de mães, achando que é normal fumar, que homem não presta mesmo e casando, se não der certo, separa&#8230; Deus?? Quê isso? Negócio de religião, já era! Olhar os deveres escolares (?): ‘baixa’ da Internet, perder um fim-de-semana estudando (?) isso é do século passado&#8230; O quê que tem minha filha de 13 anos, chegar às 2 da manhã (?), estava com as coleguinhas&#8230; ‘nada a ver’&#8230; E VAI POR AÍ&#8230; Depois choram lágrimas de sangue, com coisas irreversíveis, filhos pra vó criar, filhos internados em Casas de Recuperação, outro pai, outra mãe, Deus em nada e esses ‘anestesiados’, querem ser felizes, se inscreverem nos BBB’s da vida e ganharem milhões&#8230;</p>
<p>Historicamente, muitas sociedades deixaram de existir quando aumentou o declínio moral e a Bíblia até faz alusão a algumas delas&#8230; E aqui no patropi? Senado empregando ex-namoradinho de neta sem concurso&#8230; Tem mais roubos e desvios que dor-de-barriga&#8230; Revólveres a R$ 10,00. Justiça com processos de 10 – 20 anos. Assassinos confessos que ficaram presos, só 5, 6 anos. É raro um ladrão cumprir mais de 4 anos de cadeia. Cigarro tem Arsênio e é tóxico e até pra criança, vendem. Militares diversos e até das Forças Armadas, nos noticiários metidos em ‘merda’. O Leite não é mais leite, a carne não é mais carne, o estudo não é mais estudo&#8230; Ninguém quer saber o resultado do ENEM, quer saber se houve ‘pérolas do Enem’ ou ‘armações’ no concurso&#8230; Tem cara interpretando a Bíblia do modo dele, sem nunca ter tido estudo de Sagradas Escrituras&#8230; Tem estudante de Medicina, comprando VAGAS, no ingresso da Universidade (vide Record Notícias&#8230; éh!!); O que fizeram com o dinheiro doado pra reconstrução das cidades atingidas pela chuva do ano passado? Por acaso você vê no exterior esse número absurdo de ‘recall’s’, vê? “Cumé” que é o esquema(?): não se tem dinheiro pra esparadrapos e mercúrios, mas se tem BILHÕES pra construir Estádios de Futebol? É isso mesmo??????</p>
<p>Amigos e Leitores, tem horas que eu penso que estou drogado e que sem merecer, estou no <strong>PARAÍSO</strong>; dos outros – NÃO MEU! (Don Raton, desculpe&#8230;) <strong>VIVA A DEMOCRAGUNÇA</strong>!</p>
<p style="text-align: center;">Cezar Santos  .::::.  Mike</p>
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