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Caetano e Gil Ganham Songbooks Históricos
Coleções comemoram 70 anos dos baianos
Dois dos maiores ícones da MPB são homenageados pelos seus 70 anos de vida, que completam em 2012, e ganham coleções de suas carreiras. São 20 livros e 20 CDs dos mais importantes, originais e escolhidos por cada um dos artistas. Os songbooks de Caetano Veloso e Gilberto Gil trazem fotos marcantes, textos inéditos e depoimentos exclusivos. Neles, uma verdadeira aula de história da música e do Brasil, cantada em prosa e verso. Na publicação de 32 páginas é possível reviver o passado e acompanhar as trajetórias de Caetano e Gil, além de conhecer detalhes e curiosidades contados pelos próprios.
O lançamento da coleção de Caetano Veloso acontece inicialmente nas cidades do Rio e Juiz de Fora, enquanto a do Gil abrange a princípio as praças de Salvador, Belo Horizonte e Brasília. Mas, para facilitar o acesso dos fãs, a Innovant Editora disponibilizará o material em 25 mil bancas de todo o país a partir de março de 2012. Os preços são populares: R$ 9,90 o volume número 1 e R$ 14,90, os demais. “Nosso objetivo é democratizar a cultura, facilitar o acesso das mais variadas camadas sociais à praticamente a obra completa destes músicos consagrados”, resume o presidente da editora, Marcio Saldanha Marinho. Entre muitos títulos, a Innovant também edita a revista Duas Rodas e o livro My Rio com o Rio Convention & Bureau, presente em todos os apartamentos dos hotéis 5 e 4 estrelas da cidade do Rio.
*CAETANO VELOSO* – O disco escolhido por Caetano para o primeiro volume de sua coleção foi justamente seu primeiro trabalho como cantor solo: “Caetano Veloso”, lançado em 1967 e considerado um dos mais importantes discos até hoje, cujo carro-chefe é “Alegria, alegria”. Ele conta que queria fazer algo diferente na época e já nesse disco conseguiu seu objetivo com a canção “Tropicália”, que depois viraria nome de todo um movimento. “O título surgiu porque o Luiz Carlos Barreto (cineasta) tinha visto uma exposição e achou que a minha música tinha a ver com uma obra de Hélio Oiticica. Insistiu muito, eu topei e o pessoal da produção gostou. Eu acabei conhecendo o Oiticica, ele aprovou tudo o que a gente estava fazendo e aí ficou o título, que virou apelido para tudo aquilo que se chamou de movimento”, lembra Caetano. Outra obra encartada é “Prenda minha”, um marco não só na história da MPB, mas também na trajetória do cantor e compositor baiano e seu maior sucesso de vendas.
Próximos volumes: Prenda Minha, Fina Estampa, Totalmente Demais, Velo, Estrangeiro, Caetano Veloso (1969), Noites Do Norte, Outras Palavras, Circuladô, Cinema Transcedental, Caetano Veloso (1970), Ce, Bicho, Qualquer Coisa, Joia, Cores, Nomes, Muito (Dentro Da Estrela Azulada), Uns, Caetano Veloso (1987).
*GILBERTO GIL* – Gil escolheu “Realce” (seu 10º álbum solo), lançado em 79, para dar início à coletânea histórica. “É possivelmente o disco mais pop que fiz, com a sonoridade da época, e com a possibilidade de timbres variados que tínhamos com aqueles imensos sets de teclados. Eu me lembro de ter feito o arranjo de “Sarará Miolo” na véspera da gravação, já “Logunedé” a gente bolou aquele baixo contínuo no saguão, enquanto esperava a van que nos levaria ao estúdio”, recorda-se Gil, que também rememora a trilogia Refazenda – Refavela – Refestança.
Próximos volumes: Realce, Expresso 2222, Raça Humana, KAYA N¹GAN DAYA, As Canções de Eu, Tu, Eles, Extra, Refazenda, Refavela, Gilberto Gil (1969), Gilberto Gil (1968), Dia Dorim Noite Néon, Gilberto Gil Ao Vivo 1974, Parabolicamará, Quanta, NightinGale, Gilberto Gil 1971 (Londres), O Eterno Deus Mu Dança, Louvação.
(21) 9956-1608 9644-0995
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A Georgia, do Blog Saia Justa quem fez!



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